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terça-feira, 6 de julho de 2010

Pornochanchada filme A noite das Taras com Matilde Mastrangi

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Ninguém precisa se assustar com os títulos sugestivos dos filmes da Boca do Lixo, que aumentavam o sensacionalismo na proporção em que a indústria do cinema paulistano enfrentava dificuldades e declinava. Dessa forma, na virada da década de 70 para 80, um filme chamado “A Noite das Taras” (1980) não significava propriamente um espetáculo pornô ou de baixo nível, sendo um interessante exercício de cinema – onde o erotismo foi apenas chamariz comercial, tão suave quanto o que vemos hoje em dia na novela das oito.

“A Noite das Taras”, dividido em três episódios, faz com que três nomes conhecidos do esquema de produção da Boca – John Doo, David Cardoso e Ody Fraga – conduzam histórias diferentes girando sobre um mesmo tema: a noite de marinheiros, que desembarcados em Santos, se deslocam até São Paulo em busca de aventuras.

Os filmes em episódios eram uma saída inteligente para o cinema brasileiro daquele tempo, já que eram fáceis de fazer e permitiam que vários profissionais trabalhassem, repartissem os lucros e, em alguns casos, os gastos com a produção. A DaCar, produtora do galã David Cardoso, realizou filmes antológicos do gênero, e vamos analisá-los aqui um em seguida do outro.

David Cardoso – o homem por trás da marca – é figura polêmica, mas goste-se dele ou não sua trajetória profissional foi notável: a exemplo de Carlo Mossy e Reginaldo Faria – galãs e visionários cineastas – aceitar David significa entender uma maneira de se fazer cinema no Brasil sem depender exclusivamente das benesses do dinheiro público. Vale acrescentar também, por curiosidade, que, apesar de não ter sua produtora fisicamente situada na Boca, era lá que David buscava atores e técnicos, tornando seus filmes quase um paradigma do quadrilátero da Luz.

“A Noite das Taras” começa com o episódio “A Carta de Érico”, onde o chinês naturalizado paulistano John Doo mostra um marinheiro recém-chegado com uma missão: entregar uma carta em São Paulo para uma mulher misteriosa (Patrícia Scalvi), infeliz e viciada em drogas, moradora de um aristocrático apartamento.

Notem que o marinheiro é ninguém menos que Arlindo Barreto, o futuro palhaço Bozo, que antes de se consagrar como ídolo da criançada fez história na rua do Triunfo. Não há grandes surpresas na trama linear, que serve apenas de atmosfera e ambientação para as belas cenas de Scalvi nua e à sedução revigorante do marinheiro falastrão.

O segundo episódio, “Peixe Fora d'Água”, dirigido pelo próprio David Cardoso, conta sobre uma quadrilha dirigida por uma ninfomaníaca (Matilde Mastrangi), que faz de tudo – exatamente tudo – para que um marinheiro recém-desembarcado cometa um crime. Mastrangi, parecendo uma diva do cinema italiano, nos faz lembrar que, afinal, foi de lá que o cinema brasileiro seqüestrou a idéia dos filmes em episódios, a exemplo do clássico “Boccaccio 70”, onde Matilde deixaria Anita Ekberg intimidada.

Já a terceira história, “Julio e o Paraíso”, dirigida por Ody Fraga, é – talvez involuntariamente – a melhor de todas: um grupo de moças paupérrimas não tem o que comer, vão ser despejadas do cômodo onde moram e resolvem seduzir um marinheiro para roubá-lo. Como parte do plano, matam o homem através de uma maratona sexual, no subtexto que mescla influências de Luís Buñuel, mitologia grega e José Mojica Marins. Um clássico do cinema da Boca.

“A Noite das Taras” deve ter feito sucesso, pois David bancou dois anos depois a continuação, também em episódios – e no meio tempo, em 81, lançou “Pornô!” e "Aqui, Tarados!", que dialogam com os dois, formando uma quadrilogia que merece ser vista em seqüência, como um só filme conceitual em pequenas partes. Entre altos e baixos, cada uma destas histórias simples e popularescas traz em si algum encanto que as torna interessantes, divertidas ou, quem sabe, até mesmo inspiradoras de idéias para jovens cineastas que enxerguem longe.




Fotos


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